Vistoria do imóvel: fundamental para uma boa mudança

6 de Fevereiro de 2009 @ 00:06 por admin

A vistoria do imóvel atual e do novo endereço é fundamental para o sucesso da mudança

A vistoria do imóvel atual e do novo endereço é fundamental para o sucesso da mudança. Obrigatório nas boas empresas do setor, e realizado por um técnico especializado, é esse trabalho que vai definir o número de funcionários necessários, o tamanho do caminhão baú, o tipo e a quantidade de embalagens, entre outros detalhes importantes.
Gratuita, a vistoria dá subsídios ao orçamento do cliente, que poderá solicitá-lo por telefone, fax ou e-mail. E quanto mais detalhado for o orçamento mais garantias o cliente tem da idoneidade da empresa e da qualidade do serviço a ser prestado.
Pelo telefone 151 é possível checar, na Fundação Procon-SP, se a empresa de mudança escolhida tem reclamações registradas na entidade.
Esse é um cuidado simples, mas que pode evitar problemas como o desaparecimento de todos os bens da família depois de carregados em um caminhão ou a venda de itens como fogão e geladeira pelo caminho. O ideal é verificar o currículo da empresa no mercado, se possível visitar suas instalações e pedir indicações para amigos que mudaram recentemente.

Fonte: Editoria Zap

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Agora, consórcio está dentro da lei

5 de Fevereiro de 2009 @ 21:38 por admin

Anteriormente, regido por normas e portarias, essa modalidade passa a ter legislação própria.

Diante de financiamentos cada vez mais caros, proporcionais ao aumento da taxa de juros pelos bancos em época de restrição do crédito, o sonho da casa própria pode ficar mais distante. Porém, o consórcio pode ser uma opção. Além de taxas menores do que os bancos, a modalidade tem agora mais vantagens com a lei 11.795/2008, que entra em vigor a partir de sexta-feira que vem.
Anteriormente o setor era fiscalizado e regulado por portarias e normas do Banco Central, o que provocava discussões entre consorciados e administradoras na Justiça, para qual as normas tinham diversas interpretações diferentes por não possuírem status de lei.
Agora, a nova lei esclarece pontos como a divisão entre o patrimônio do grupo de consorciados e a administradora. “Caso a empresa quebre, o patrimônio do grupo fica seguro”, explica Vitor Bonvino, vice presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC).
Apesar de a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de partes das parcelas do consórcio ter sido vetada, o benefício continua valendo para lances. Outra vantagem regulamentada pela lei é a possibilidade de continuar participando de sorteios mesmo após a saída da modalidade por falta de pagamento. Antes, o consorciado tinha que esperar a dissolução do grupo para ter seu dinheiro de volta.
“Principalmente no consórcio imobiliário, que tem prazos longos, o participante demorava a receber, o que restringia a entrada e opção pela modalidade”, diz Bonvino.
Ele lembra que o consórcio de imóveis é relativamente novo no País. “Somente a partir de 1997 ganhou corpo”.
Até sexta-feira, itens como registro de contrato, formação de grupos e número de consorciados da nova legislação devem ser regulamentados pelo Banco Central.
Até novembro do ano passado, havia 3,5 milhões de consorciados ativos em todo o País. Deles, 513 mil visavam comprar um imóvel. “No ano passado, essa modalidade cresceu 10,4%. Para esse ano, esperamos que cresça até 8%. Porém, a inflação e a taxa de desemprego podem influenciar nessa previsão”, diz Bonvino.
O QUE DIZ A LEI
UNIFORMIDADE - Brigas judiciais entre consorciados e administradoras passam a ter interpretação única na Justiça, na forma da lei.
INDEPENDÊNCIA DO GRUPO
O patrimônio do grupo de consorciados não compõem o elenco de bens e direitos da administradora, para efeito de liquidação judicial ou extrajudicial.
EXCLUSÃO DO GRUPO
Se o consorciado sair do grupo antes de ser contemplado por falta de pagamento, ele continua a participar de sorteios e, se contemplado, pode ter seu dinheiro de volta antes de o grupo terminar.
USO DO FGTS
O consorciado pode utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviços para dar lances, mas não para quitar parte das parcelas do imóvel
REGULAMENTAÇÃO
Aspectos operacionais da lei, como registros de contratos e formação de grupos, devem ser regulamentados pelo Banco Central até sexta-feira.
VIGOR
A Lei 11.795/08 passa a valer a partir do dia 6 de fevereiro.

‘’Iria pagar três vezes mais'’

O arquiteto de tecnologia da informação Vinicius Bragança, 32 anos, optou pelo consórcio em 2001, após muitas pesquisa e comparação de modalidades de crédito. No fim deste ano, já irá receber as chaves do seu novo apartamento, pelo qual começou a pagar na planta.
“Fiz os cálculos e verifiquei que iria pagar três vezes mais se tivesse optado pelo financiamento, por causa da diferença entre a taxa de administração e os juros cobrados pelos bancos. A taxa de administração representou 20% do valor do imóvel”, conta. Ele acredita que a melhor opção é a poupança mas, para quem não tem educação de guardar dinheiro, as prestações do consórcio obrigam a poupar. Em 2007, Vinicius foi contemplado e usou o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para completar o lance.
Quando fiz a opção, ainda havia desconfiança, não havia o mercado que existe hoje e o segmento era considerado arriscado. Eu sempre controlava meus débitos. Agora, pretendo entrar em outro grupo para adquirir um imóvel para investimento. A entrega do imóvel, segundo ele, está dentro de seus planos. “Sabia, quando comprei o imóvel na planta, que teria ainda que esperar pela construção, quando poderei requisitar o Habite-se, documento exigido pela Prefeitura. Quem opta pelo consórcio deve pensar a longo prazo”, afirma.

Fonte: Jornal da Tarde

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Vale fazer tudo pelo sonho A receita para chegar ao primeiro imóvel é clássica: economize tudo o que puder

4 de Fevereiro de 2009 @ 22:33 por admin


Quer comprar seu imóvel gastando menos?

Prepare-se para entrar numa economia de guerra. “A melhor forma é fazer um plano de “ataque”: avalie com a família gastos e receitas, veja o que pode ser reduzido e até cortado para juntar o máximo de dinheiro e dar uma boa entrada. “Quanto menos ficar devendo, melhor”, aconselha o consultor de finanças pessoais Louis Frankenberg. Isso porque os financiamentos imobiliários são de longo prazo e os juros, calculados em função do tempo, assim como taxas e seguros.
O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, alerta que, num prazo de 30 anos, por exemplo, o custo final pago pode ser até 300% superior. “Se o projeto é ter a casa própria, a pessoa deve usar todos os caminhos disponíveis para pegar o menor financiamento”, diz.
Fontes importantes para atingir esse objetivo são o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) - que pode ser usado na entrada e, depois, a cada dois anos para abater prestações, por exemplo - e reservas financeiras, como a poupança. É recomendável usar esses caminhos porque eles não compensam como investimento, se comparados com os juros praticados pelos bancos. A correção do FGTS é de 3% ao ano mais TR e a da poupança é 6%; os bancos cobram até 14%.
“Quem comprar um imóvel no valor de R$ 100 mil, por exemplo, financiado integralmente em 20 anos pelo sistema de amortização Sacre, com juros hipotéticos de 12% anuais mais TR, terá pago no término do prazo R$ 247 mil”, diz Oliveira. Se a entrada for de 20% (R$ 40 mil), o total cairá para R$ 197 mil. “É uma economia de mais de R$ 49 mil.”
Aperte o cinto
Planeje com calma.
Se possível, junte dinheiro por anos;
Reúna a família e faça uma lista com receitas e despesas;
Verifique gastos que possam ser reduzidos, como telefone fixo e celular, combustível;
Guarde parte do salário;
Guarde os extras, como participação nos lucros e 13º salário
Use FGTS na entrada;
Venda um carro mais caro e compre outro mais barato.

Fonte: Jornal da Tarde

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A melhor hora para investir

4 de Fevereiro de 2009 @ 22:26 por admin

Quando o assunto é investidor, rapidamente a nossa mente associa a palavra à figura do executivo bem-sucedido, que mantém contas milionárias no País e no exterior, e que reúne negócios na Europa e nos Estados Unidos, ou seja, um personagem que está bem distante da realidade da maioria dos brasileiros. Logo em seguida, sentimo-nos frustrados por imaginar que jamais seremos um investidor.

Visão de negócio

Reformar imóveis danificados e bem localizados para revenda é uma das opções.
O bilionário americano Sam Zell, dono de uma fortuna pessoal de US$ 5 bilhões, - cifra que o coloca na 158ª posição do ranking dos mais ricos do mundo, segundo a revista americana Forbes, e reprodução da revista Exame - ergueu do zero um império imobiliário composto por 200 mil apartamentos nos Estados Unidos e dezenas de investimentos em países da América Latina, Ásia e Europa.

Sam Zell dedicou-se em tempo integral a um negócio que havia começado nos intervalos das aulas na faculdade com um colega: o de comprar e reformar imóveis degradados que ficavam próximos ao campus para alugá-los a estudantes.
Apesar de ser um caso de sucesso fascinante, não é preciso adquirir mais de 200 mil apartamentos e juntar uma fortuna de bilhões de dólares para ser um bom investidor e obter resultados positivos.

Ao alcance

Se você já é o proprietário de um imóvel e está bastante tranqüilo em relação à sua moradia e da sua família, e pretende investir neste negócio, saiba que existem muitas oportunidades.
É importante lembrar que o momento para investir em imóveis é agora, pois daqui a alguns anos será difícil comprar empreendimentos imobiliários com tantas facilidades, pois o preço por metro quadrado irá crescer acima de todas as previsões.

Desta forma, é importante estar atento em onde e como investir em imóveis e como se tornar um investidor. Existem duas opções: uma é reformar e vender imóveis danificados bem localizados para gerar bons lucros. E a outra é alugar imóveis novos de um e dois dormitórios. O valor do aluguel ainda pode ser aproveitado para quitar o financiamento.

Caso você consiga sozinho investir, vá em frente. Caso contrário, junte-se a um grupo de amigos para dividir as despesas e a futura receita em quotas iguais.
Se a escolha for pela compra de imóveis deteriorados ou que necessitem de uma reforma, convém sempre examinar vários fatores, tais como: preço pedido pelo proprietário em comparação a imóveis similares em bom estado na vizinhança, documentação do imóvel, necessidades de reformas e custo estimado para que realmente você possa realizar este tipo de investimento, que se bem administrado poderá se tornar seu primeiro investimento, entre outros.

Já no caso de imóveis de um e dois dormitórios, uma grande oportunidade está nos poucos lançamentos deste tipo de empreendimento, pois nos últimos anos o foco estava nos de quatro dormitórios. Estas unidades requerem investimentos de cerca de 25% a 30% do valor do imóvel durante a construção, e seu inquilino paga ou ajuda a pagar os 75% ou 70% restantes, com o valor de aluguel.

Hoje em dia, receber 0,6% ou 0,7% de rendimento de aluguel representa um bom investimento, sem contar que seu imóvel (seu capital) está valorizando também no mercado imobiliário. Pense nestas possibilidades. Não são poucos aqueles que fizeram fortunas investindo neste mercado. Junte-se aos novos investidores.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Deveres de locador e locatário Saiba das obrigações de cada uma das partes

4 de Fevereiro de 2009 @ 22:12 por admin

O bom andamento da locação de um imóvel depende, entre outros fatores, do cumprimento das obrigações por parte de locador e locatário.

Veja abaixo quais são os deveres de cada uma das partes:

Deveres do Locador

- Entregar o imóvel em condições de uso;
- Garantir o uso pacífico do imóvel;
- Manter a forma e o destino do imóvel;
- Responder pelos vícios ou defeitos que antecederam à locação;
- Enviar ao locatário, através do Termo de Vistoria, a descrição do estado do imóvel, relatando de forma expressa os defeitos apresentados pelo mesmo;
- Fornecer recibo detalhado das importâncias pagas pelo locatário;
- Responsabilizar-se pelo pagamento das taxas de administração imobiliária e de intermediações, compreendidas as despesas com relação a aferição de idoneidade do locatário ou fiador;
- Pagar os impostos, taxas e prêmio de seguro complementar contra fogo que incidam sobre o imóvel, ressalvando a hipótese de disposição contratual em contrário;
- Exibir ao locatário, quando solicitado, os comprovantes relativos às parcelas que estejam sendo exigidas;
- Pagar as despesas extraordinárias de condomínio.

Deveres do Locatário

- Pagar pontualmente o aluguel e os encargos da locação legal ou contratualmente exigidos;
- Utilizar-se do imóvel conforme o convencionado, ou seja, de acordo com a natureza a que se destina, devendo tratá-lo com zelo;
- Restituir o imóvel, finda a locação, no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do uso normal;
- Comunicar ao locador o aparecimento de qualquer dano ou defeito, cuja reparação caiba a este, bem como eventuais perturbações de terceiros;
- Reparar os danos ocasionados no imóvel provocados por si, dependentes, familiares, visitantes ou prepostos;
- Não alterar sem o consentimento prévio e por escrito do locador a forma interna ou externa do imóvel;
- Entregar ao locador os documentos de cobrança de tributos e encargos condominiais, bem como qualquer intimação, multa ou exigência de autoridade pública, ainda que dirigida a ele, locatário;
- Pagar as despesas de telefone e de consumo de força, luz e gás, água e esgoto;
- Permitir a vistoria do imóvel pelo locador ou por seu mandatário, mediante combinação prévia de dia e hora, bem como admitir que o mesmo seja visitado e examinado por terceiros, nos casos de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão;
- Cumprir integralmente a convenção de condomínio e os regulamentos internos;
- Pagar o prêmio do seguro fiança;
- Pagar as despesas ordinárias de condomínio.

Fonte: Procon SP

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Preços dos imóveis usados caem até 10% com a crise

4 de Fevereiro de 2009 @ 21:52 por admin

Diminuição da procura nos últimos meses levou quem tem pressa em vender a reduzir o valor pedido. Pacote de estímulo ao setor da habitação que o governo deve lançar em breve pode contribuir para novas quedas
Carolina Dall’Olio |

Fonte: Jornal da Tarde

A crise já provoca um efeito positivo para quem pretende comprar a casa própria: queda nos preços. Os problemas que a economia passou a enfrentar a partir de setembro assustaram o potencial comprador e o fizeram adiar a aquisição do imóvel - o que provocou retração nas vendas e diminuiu o número de lançamentos na capital, mostra o levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Diante desse quadro, o mercado tratou de reagir.
O efeito mais visível foi sobre os usados, que já ficaram mais baratos. “Com a diminuição da procura, os proprietários que tinham mais urgência em vender decidiram baixar os valores”, afirma José Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP). O desconto, em alguns casos, chega a 10%.
Agora é a vez do governo fazer sua parte para tornar a casa própria mais acessível. O presidente Lula informou ontem que medidas de estímulo ao setor de habitação devem ser anunciadas em até dez dias (leia mais abaixo). Com o lançamento do pacote anticrise, a expectativa é que o preço das unidades novas também caia.
Hoje, apenas na Capital há 19,2 mil imóveis novos à espera de um comprador - até agosto, antes de a crise estourar, esse estoque era de 16 mil unidades, informa o Secovi-SP. “Temos uma grande oferta de imóveis, temos uma gama enorme de pessoas que sonha com a casa própria e temos crédito para financiar a venda”, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. “O que falta é aproximar ainda mais o valor do imóvel da realidade do consumidor e dar condições para que ele se sinta seguro para decidir pela compra.”
Segundo Crestana, o setor solicitou ao governo a criação de um seguro-desemprego para o financiamento da casa própria. O mutuário que fosse demitido poderia ficar até seis meses sem pagar as prestações, sem que lhe tirassem a posse do imóvel. “Hoje, o principal entrave para que o consumidor compre a casa própria é o medo de perder o emprego”, diz Crestana. “Se conseguirmos garantir que ele seja amparado legalmente em caso de perda do emprego, esse medo vai diminuir e possivelmente ele fechará o negócio.”
Além do seguro-desemprego nos financiamentos, as empresas do setor também pleitearam o corte de tributos sobre materiais de construção e a desoneração do Regime Especial de Tributação (RET), que taxa em 7% o chamado Patrimônio de Afetação do imóvel. Caso os pedidos sejam contemplados pelo governo, o preço das unidades novas ficará menor? A queda poderia ocorrer porque os impostos correspondem, em média, a 30% do valor total da unidade?, diz Crestana. O pacote do governo deve beneficiar principalmente os imóveis voltados a famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos (equivalente a R$ 2.325).

O QUE PODE AJUDAR –
Caso o pacote do governo preveja mesmo medidas como a desoneração do Regime Especial de Tributação (RET), a queda do preço dos imóveis novos pode acontecer em breve.
A retomada dos lançamentos no mercado também pode aumentar a oferta e estimular a concorrência.
Corte do IPI dos materiais de construção também influenciaria o preço dos imóveis.

O QUE PODE ATRAPALHAR -
Caso o pacote do governo não contemple as solicitações do setor, especialmente as que dizem respeito à redução de tributos, os preços dos imóveis devem ficar como estão.
Se a crise se agravar, o aumento do desemprego e, consequentemente, a alta da inadimplência dos mutuários pode contribuir para os bancos subirem os juros do financiamento da casa própria.

DICAS PARA FAZER UM BOM NEGÓCIO -
Para quem pretende comprar a casa própria, a dica é esperar pelos efeitos do pacote anticrise que o governo prepara para o setor. Os preços devem cair mais.
É importante também pesquisar as condições de financiamento para imóveis novos e usados - em alguns bancos, as taxas são diferentes mesmo que o valor do imóvel seja o mesmo.
Aproveite que as vendas estão em baixa e tente, desde já, negociar descontos com os corretores.

Fonte Globo.com

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Reformas: faça planejamento

4 de Fevereiro de 2009 @ 11:57 por admin

Antes de iniciar uma reforma, é preciso planejamento. O aumento de crédito para a construção e os baixos juros são fatores influentes na atual expansão do mercado imobiliário brasileiro. Todo este crescimento, porém, trouxe conseqüências. O aumento dos preços dos materiais de construção é uma delas.
Se reformar a casa ficou mais caro, algumas regras devem ser seguidas à risca para que o dinheiro não desapareça antes do fim da obra.

Planejamento

Saber exatamente o que vai ser feito e o quanto você pretende gastar no projeto é o primeiro passo. Isso evita a temida “síndrome do Jaque (já que)”, responsável por quase todos os estouros de orçamento.
Ela ocorre quando a pessoa começa a reforma e pensa: “já que estou reformando o piso, por que não tirar esta parede?”, ou então: “já que quebrei essa parede, por que não fazer mais um banheiro?”.
Ficar empolgado com a obra é natural, mas nessas horas é imprescindível checar o orçamento original. “É necessário saber onde é mais importante gastar o dinheiro. Daí a necessidade de um orçamento, fundamental na administração da escassez de recursos, tanto para um governo, uma empresa ou uma família”, lembra o engenheiro e economista Luis Carlos Ewald, autor do livro Sobrou Dinheiro! e professor da Fundação Getúlio Vargas.

Pesquise preços

“Quanto maior a demanda, maior é o preço”: esta velha regra de mercado também se aplica aos materiais de construção. Em momentos de aquecimento do mercado, alguns elementos básicos, como tijolo, cimento, areia e ferro, registram forte alta nos preços, que podem variar conforme o local da compra.
Por isso, na hora de adquirir o material, pesquise profundamente os valores, formas de pagamento e possíveis encargos. Mesmo anunciando preços sem juros no parcelamento, algumas lojas do ramo oferecem grandes descontos se você pagar à vista.

Financiamento

Quem precisa parcelar pode optar pelo financiamento do material, ficando sempre atento aos juros cobrados pelos bancos. As linhas de crédito das instituições públicas, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, têm taxas fixas e podem ser financiadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e com o FGTS. Já nos bancos privados, as taxas de juros variam; por isso, informe-se sobre a melhor opção para o seu orçamento.

Confira tudo na entrega

Confira todo o material, inclusive quantidades e valores. Caso haja alguma irregularidade, o Procon orienta que o consumidor não aceite o produto nem assine o recibo. Faça uma observação no verso da nota fiscal e entre em contato com a loja para resolver a questão.
Caso não possa estar no local para receber o produto, oriente o responsável (pedreiro, parente ou vizinho) a agir dessa forma. Não solucionando o problema, recorra a um órgão de defesa do consumidor da sua cidade.

Fonte Terra

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Governo pode ampliar crédito para imóveis de até R$ 500 mil

3 de Fevereiro de 2009 @ 22:19 por admin

O governo brasileiro discute a ampliação do limite de valor dos imóveis que podem ser financiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos atuais R$ 350 mil para R$ 500 mil, dentro de um pacote voltado para o setor da construção civil, que sofre desaceleração com a crise financeira. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação, a medida ainda encontra resistência dentro da Caixa Econômica Federal, que controla o FGTS e teme o aumento dos saques em um período de incertezas globais. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) havia proposto ao governo um teto de R$ 800 mil para os financiamentos.
O banco federal já informou que destinará em 2009 pelo menos R$ 4,5 bilhões de recursos do fundo para o financiamento da casa própria de famílias com rendimento mensal bruto de até R$ 1.875, e um valor máximo de R$ 2 bilhões para famílias com renda superior a R$ 3,9 mil. O montante faz parte de um total de R$ 14 bilhões, que serão distribuídos também para programas de saneamento básico e infra-estrutura urbana.
De acordo com o jornal, o déficit habitacional das famílias com renda superior a R$ 2 mil representa apenas 4% do total e 29% da demanda futura. No entanto, o interesse do governo seria unir o interesse das construtoras e dos bancos.

Fonte Terra

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Compre o seu imóvel com sabedoria.

3 de Fevereiro de 2009 @ 18:17 por admin

A compra de um imóvel, seja ele para uso ou apenas para fins de investimento, envolve muitos fatores. É preciso levar em conta aspectos como localização, infra-estrutura, preço, formas de pagamento e as condições do imóvel, sempre avaliando a relação de custo e benefício. Confira algumas dicas que podem auxiliar no processo de compra.

Qual o primeiro passo antes de comprar um imóvel?

Seja qual for o tipo de imóvel que você procura - residencial ou comercial - tenha a certeza que ele é adequado às suas necessidades. Defina se quer investir em um imóvel novo ou usado e avalie as vantagens que cada um oferece. Este é o primeiro passo para garantir que a compra do imóvel não se torne motivo de arrependimento posterior.
Ao optar por um usado, verifique se o pagamento do IPTU está em dia. Para isso, peça uma certidão negativa na Prefeitura apresentando a capa do carnê do IPTU. Dependendo da cidade, a resposta é dada na hora.
Se o proprietário não quiser fornecer a capa do carnê, fique atento. Talvez seja o caso de solicitar um documento mais detalhado, como uma Certidão de Débito da Prefeitura, que pode levar uma semana. Este documento será necessário futuramente, no ato da transferência de propriedade do imóvel.
Antes de fechar negócio, procure verificar se há possibilidade de o imóvel ser desapropriado.

Que tipo de particularidades da região se deve levar em conta?

Imóveis térreos merecem cuidados especiais quanto à segurança. A existência de terrenos baldios e casas comerciais próximas deve ser bem avaliada, bem como a iluminação pública.
Observe se o bairro oferece o que você precisa. Ter de fazer grandes deslocamentos para ir ao supermercado, farmácia ou padaria não é conveniente. Por isso, veja as facilidades existentes na região, como escolas, comércio em geral, parques e outros.
Verifique as opções de acesso viário e se existem alternativas de transporte. A facilidade no acesso ao seu imóvel residencial ou comercial pode significar uma grande economia de tempo no seu dia-a-dia, além de ser um fator que irá valorizar o seu bem.

Qual a melhor forma de pagamento?

Há várias opções de pagamento na compra de um imóvel. Para quem possui uma quantia razoável de dinheiro acumulado, o pagamento à vista é o mais vantajoso financeiramente. Quando esta opção de pagamento é apresentada, normalmente vem acompanhada de um desconto no preço do imóvel.
Se você não dispõe da verba total, pode optar por um dos três modelos principais de financiamento: o empréstimo via banco ou imobiliária, o financiamento do imóvel na planta e o consórcio.
Alguns bancos oferecem facilidades como isenção de taxas ou limite menor de entrada aos seus correntistas. Dentre todos os modelos de empréstimo, o mais tradicional é o da Caixa Econômica Federal, que permite o financiamento de até 100% do valor do imóvel e um prazo de pagamento de até 30 anos.

Em que situações posso usar o FGTS?

No caso dos financiamentos bancários, é possível usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como parte da parcela para recebimento das chaves ou como forma de abatimento durante o pagamento das prestações.
Contudo, nem todos os imóveis na planta ou em construção dão a opção do uso do FGTS. É o caso dos que usam carteiras hipotecárias como garantia. Essa modalidade é normalmente usada para imóveis com valores acima de R$ 300 mil.
Nos consórcios, você pode usar seu fundo de garantia como parte do lance para conseguir a carta de crédito.

Que documentos precisam ser gerados para sacramentar o negócio?

Para ser proprietário de fato de um imóvel, é preciso elaborar e encaminhar a escritura ao Cartório de Notas, além de registrá-lo no Cartório de Registro de Imóveis. Somente após o registro obtém-se o direito real sobre o imóvel. Após a finalização desta etapa, pode-se efetuar a transferência do IPTU para o nome do novo proprietário.

Fonte Terra.

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Financiamento em Alta.

3 de Fevereiro de 2009 @ 17:35 por admin

A 17ª pesquisa anual da Afire indica uma predisposição maior de financiadores e investidores por um aumento nos investimentos neste ano em relação a 2008.
Segundo o levantamento, agências de crédito hipotecário dizem planejar um aumento de 54% na concessão de crédito global e de 58% no crédito nos Estados Unidos.
Os investidores em ativos planejam aumentar sua atividade em 40% globalmente e em 73% nos Estados Unidos.
O levantamento foi feito no último quadrimestre de 2008 entre 200 membros da associação. Segundo a Afire, os investidores consultados no levantamento detêm cerca de US$ 1 trilhão em suas carteiras de investimentos em imóveis.
Segundo o presidente da Afire, C. Maclaine Kenan, os membros da associação adotaram uma postura mais cautelosa no ano passado, por conta das dúvidas em relação à economia e sobre o valor real dos imóveis.
Ao esperar fundamentos mais favoráveis ao investimento em 2009, nossos membros devem agir mais agressivamente para fazer aquisições, afirmou.
BBC Brasil

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